Um paciente que saiu de Campo Largo, morreu dentro de um ônibus quando passava por Ortigueira. O médico local foi acusado de omissão de socorro
Nossa reportagem buscou detalhes para esclarecer uma informação sobre duas supostas omissões de socorro com uma mesma pessoa, o que teria contribuído com sua morte. A vítima saiu de Campo Largo, em um ônibus da Secretaria Municipal de Saúde daquele município e seguia para Paranavaí, mas faleceu quando passava por Ortigueira. Quem acionou a Polícia foi um Socorrista da Concessionária Rodonorte, informando que o motorista do ônibus, havia saído de Campo Largo com vários pacientes, mas ao chegar em Ponta Grossa, o condutor do coletivo fez contato com o "0800" da Concessionária pedindo informações sobre atendimento médico emergencial e se possuía oxigênio, haja vista que um paciente estaria passando mal durante a viagem. A empresa alega que prestou o atendimento, mas orientou o motorista que aguardasse com o paciente em um Hospital de Ponta Grossa, orientação que não foi acatada, e na madrugada desta sexta-feira, 22 de Julho, de 2016, quando passava por Ortigueira, o oxigênio acabou e a vítima teve uma segunda crise. Novamente o serviço de socorro da Rodonorte foi acionado, o qual levou o homem até o Pronto Atendimento de Ortigueira com um quadro grave. "Quando chegamos no Hospital de Ortigueira, já com o paciente em estado clínico de parada cardiorrespiratória e com os procedimentos de massagem cardíaca, podendo o mesmo estar em óbito, o médico plantonista não quis fazer o atendimento. Ele se negou a examinar a vítima para atestar se estava em óbito e disse que responsabilidade seria total da concessionária e seus profissionais, o que na visão do socorrista, seria omissão de socorro", informou um funcionário da Rodonorte a Polícia Militar. A Pm entrou em contato com o médico em questão, o qual relatou que os socorristas haviam deixado claro, já na chegada do Pronto Atendimento Municipal, que o paciente estava em óbito, o que não caberia mais atendimento de emergência, e que a responsabilidade passa a ser da CCR Rodonorte providenciar equipe médica para atestar o óbito e realizar os procedimentos de remoção do corpo. Diante do impasse, os envolvidos foram levados para a Delegacia, mas como o motorista do coletivo precisava seguir viagem com os demais pacientes, todos foram liberados para que nos próximos dias sejam intimados a prestar depoimento e esclarecer o que realmente aconteceu. O corpo foi levado para o IML.





nessa disputa de certo ou errado mais uma vezes nosso município é manchado; que Deus console o coração da família e saibam se existir culpado Deus cobrara deles; vamos aguardar as respostas; fiquem em paz; que Deus proteja nosso povo nessas viagem.
ResponderExcluirHospital não UPA , pegue as informações corretamente antes de publicar... Beleza cara
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